Quem são os meninos morenos? As crianças dos povos latino-americanos que Ziraldo conheceu em suas viagens como escritor. Essa identidade morena – “nem preta nem branca” ou, pelo menos, “não-branca” – é muito importante para as sociedades latino-americanas. O próprio Ziraldo se identifica como um desses meninos, e suas memórias abasteceram o livro que dá origem ao universo.
Ziraldo representou meninos morenos em diversas obras, durante toda a carreira. Como eles são? Nem pobres, nem ricos, habitando comunidades que permitem contato com a natureza. Essas memórias compartilhadas com artistas de toda a América, como o poeta guatemalteco Humberto Ak’abal ou o pintor brasileiro Candido Portinari, falam de um Brasil interiorano, raiz. Ilustram valores tradicionais, agrários e coletivos. Essas crianças vivem festas populares, convivem com animais de criação, contemplam um céu muito estrelado, tomam banhos de rio, ouvem e tocam música, aprendem com causos dos velhos e cuidam dos meninos mais novos.
Quem são os meninos morenos? As crianças dos povos latino-americanos que Ziraldo conheceu em suas viagens como escritor. Essa identidade morena – “nem preta nem branca” ou, pelo menos, “não-branca” – é muito importante para as sociedades latino-americanas. O próprio Ziraldo se identifica como um desses meninos, e suas memórias abasteceram o livro que dá origem ao universo.
Ziraldo representou meninos morenos em diversas obras, durante toda a carreira. Como eles são? Nem pobres, nem ricos, habitando comunidades que permitem contato com a natureza. Essas memórias compartilhadas com artistas de toda a América, como o poeta guatemalteco Humberto Ak’abal ou o pintor brasileiro Candido Portinari, falam de um Brasil interiorano, raiz. Ilustram valores tradicionais, agrários e coletivos. Essas crianças vivem festas populares, convivem com animais de criação, contemplam um céu muito estrelado, tomam banhos de rio, ouvem e tocam música, aprendem com causos dos velhos e cuidam dos meninos mais novos.